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Cortejo Afro completa 10 anos inspirado no Tropicalismo

PRETA GIL
Bloco desfila pela primeira vez com harmonia no carnaval de Salvador.
Foliões dizem que “são as águas do Cortejo fechando o verão”.
O tradicional bloco Cortejo Afro passou por renovação inspirada nas águas e no Tropicalismo dos padrinhos Gilbero Gil e Caetano Veloso, além do produtor Arto Lindsay. Nesta sexta-feira (20), sob as bençãos da chuva de Salvador, o trio passou pelo circuito Osmar (Campo Grande).
Como parte da renovação, o bloco convidou Preta Gil para empunhar o microfone e trazer também uma repaginação no repertório do Cortejo Afro. Um dos responsáveis por isso é Rodrigo Pitta, diretor artístico do bloco.
“A água é o novo petróleo e queremos cultuar o não-desperdício. O Brasil tem 25% de toda a água doce do planeta e precisamos ter consciência para isso”, disse Pitta, que escolheu a água como tema para o desfile por entender que “se trata de um elemento do futuro”, afirmou Pitta.

Durante a primeira parte do desfile do Cortejo, uma coincidência vinda dos céus foi considerada pelos foliões mais antigos do bloco como um batismo de um novo tempo. “A chuva começou a cair quando mudamos o repertório do desfile. Estávamos tocando Çhove, chuva’, de Jorge Benjor, ‘Banho de Chuva’, de Vanessa da Mata, e ‘Águas de Março’, de Tom Jobim”, disse Rodrigo Pitta.
O presidente do Cortejo Afro, Alberto Pitta, disse que a presença de Preta Gil no bloco é importante e tem a possibilidade de se renovar por outros anos. “Inicialmente, pensamos que ela participasse do desfile em 2009, mas isso pode ser repensado e repetido em outros carnavais. Por enquanto, ela faz parte deste projeto”.
Rodrigo Pitta, que também é sobrinho do presidente do bloco, disse que Preta Gil foi escolhida por ser uma representante da cultura negra contemporânea. “Apesar de ser polêmica, ela tem mídia e é uma negra de sucesso em nossa sociedade”.
G1

TOM MAIOR HOMENAGEIA MARTINHO E ANGOLA

ADRIANA BOMBOM
A Tom Maior, quarta escola a percorrer o Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte de São Paulo, entrou na avenida às 2h53 deste sábado (21).
Além de homenagear a influência da cultura africana nos hábitos dos brasileiros, a escola de samba Tom Maior superou a crise econômica para homenagear o sambista Martinho da Vila. Para contar a história da reconstrução de Angola, desde a guerra civil, e a luta pela independência do país, o carnavalesco Marco Aurélio Ruffinn apresenta 24 alas e cinco carros alegóricos para abrigar os 3,8 mil componentes da escola.
O enredo foi ideia do próprio carnavalesco, em parceria com o sambista Martinho da Vila, que também desfila pela escola ao lado de sua família. Além de Martinho da Vila, participam da apresentação da Tom Maior outros destaques como Frank Aguiar, Luiza Ambiel, Aílton Graça e Tânia Oliveira.
SAMBA-ENREDO
É nova Angola com mais amor
Seus ideais, de independência e libertação
Chega de guerra e opressão
Buscando o caminho da paz
Um povo que tanto sofreu... Renasceu
E brilha o sol da nova era
Reconstruindo a sua história
Rainha Nzinga guerreira
Com seu exemplo, rompeu fronteiras
Entre correntes e lamentos
A negritude atravessou o mar
Fazendo desse chão seu gueto
O Brasil é negro e hoje vem sambar
Oi deixa a gira girar... Vamos girar
A proteção zambi nos dá
Vem na ginga d'Angola
E deixa o corpo balançar
Mais tarde o filho volta, ao lugar que o concebeu
Levando a sabedoria que aprendeu
Axé para quem estendeu a mão
Firmando aliança com o nosso irmão
Reconhecendo essa nação
Angola tão cheia de luz!
Conquistada por um sonhador
Terra de seus ancestrais...
Exalta seu embaixador!
É Martinho, é José, partideiro, escritor
É da Vila Isabel, que fez Kizomba lá no bairro de Noel
Bate tambor batuqueiro O canto do negro ecoou É tempo de liberdade e felicidade Em Tom Maior é negra a cor.
